Oncofertilidade: preservação da fertilidade no cuidado oncológico
A oncofertilidade aproxima o cuidado oncológico e a reprodução assistida para discutir os possíveis efeitos do câncer e de seus tratamentos sobre a fertilidade. Essa conversa considera tanto a segurança do tratamento principal quanto os planos reprodutivos da pessoa.
Quando procurar orientação?
Sempre que possível, a avaliação deve ocorrer antes de iniciar um tratamento com potencial de afetar a fertilidade. Quimioterapia, radioterapia e algumas cirurgias podem trazer riscos diferentes conforme o diagnóstico e a abordagem proposta. A orientação precisa ser coordenada com a equipe oncológica, sem adiar ou modificar o tratamento por conta própria.
Quais possibilidades podem ser discutidas?
Dependendo do caso, podem ser considerados o congelamento de óvulos, embriões ou espermatozoides. Outras técnicas existem para situações específicas e exigem avaliação especializada. A escolha depende, entre outros fatores, do tempo disponível, da idade, da condição de saúde e da segurança do procedimento.
Não há uma técnica adequada para todos os pacientes. Preservar material reprodutivo também não garante uma gestação futura.
O que levar para a consulta?
Separe os relatórios médicos, a proposta de tratamento oncológico, as datas previstas e os exames já disponíveis. Informe quem acompanha seu tratamento para que as equipes possam alinhar as orientações. Você pode levar suas dúvidas por escrito e participar dessa conversa com uma pessoa de sua confiança.
E depois do tratamento?
A saúde reprodutiva pode ser reavaliada após o cuidado oncológico. O momento de tentar uma gestação e as opções disponíveis precisam ser discutidos com os profissionais que acompanham o caso.
Para informações sobre a avaliação de oncofertilidade com o Dr. Vinicius Stawinski, entre em contato com a equipe. As consultas são realizadas em Londrina, Maringá e online.
